terça-feira, 18 de maio de 2010

É bom mudar


Fui vencido pelo cansaço. Depois de muita insistência de minha bênção, Dini Kelly, acabei convencido a mudar o visual do CrentePensante. Amiúde, ouvia dela afirmações do tipo: “Não agüento mais olhar o seu blog, é muito feio, sem graça...”, etecétara-e-tal. Eu, claro, não tinha argumentos, mas estava acomodado com a "minha" feiúra.
Enfim, dei ouvidos à mulher sábia. O resultado, está aí. Não ficou “nossa que maravilha de visual!”, mas assumo toda culpa por isso. Minha designer e esposa faltava entrar em um ataque de nervos quando eu, com minhas mesmices, podava todas as suas sugestões para tornar o site mais agradável aos olhos. Ela bem que tentou, mas foi obrigada a casar as suas idéias com as minhas esquisitices - incluindo, claro, a ilustração meio tosca vista no cabeçalho [a idéia era essa mesmo, um desenho feito às pressas, como nos meus tempos de faculdade, durante uma aula entediante qualquer].

Enfim, deu no que deu. Espero que tenham gostado [ou não]. O novo visual é também para marcar os quase seis meses do CrentePensante. Saibam que tenho vivido momentos felizes aqui neste espaço. Regozijo-me ao falar das coisas do Reino de Deus, rasgar o verbo contra os vendilhões do nosso tempo, refletir com vocês sobre o amor de Cristo, e, claro, vibrar com cada comentário e novo visitante. Um abraço carinhoso a todos, voltem sempre.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Onde está você?

Se liga na PALAVRA, ouça -> 

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Enjoei da Seleção!

Pasmem, mas estou pegando nojo da Seleção Brasileira. Não, não é só para ser do contra ou coisa do tipo, mas é que estou cansado de perder meu tempo com coisas inúteis. Toda Copa do Mundo é a mesma coisa. Sem querer, somos envolvidos num inconsciente coletivo canarinho que nos faz ficar ansiosos diante da televisão e... para quê? Para nada.

Se perdemos a Copa, vem aquele baixo astral generalizado, as desculpas dos jogadores [tristes, sobretudo, com os milhõe$ que vão deixar de ganhar] e o “luto oficial” pela morte de nossa honra nos gramados. Quando ganhamos, é festa geral. Glória a Deus! Nem parece que vivemos num país afundado em um poço de disparidades sociais, numa nação achincalhada pela corrupção, ridicularizada como País do Carnaval, do tudo acaba em samba - ou em pizza, tanto faz.

Estou farto desse patriotismo barato. Se tivéssemos mesmo orgulho de ser brasileiros, não precisaríamos de um time de futebol para nos fazer lembrar que somos bom em alguma coisa. Quisera mesmo é que fôssemos craques em igualdade social, bambas na honestidade, pentacampeões na moralidade, artilheiros na educação, melhores do mundo em cidadania. Estamos longe disso.

Sim, provavelmente vou assistir aos jogos, até por força da profissão (jornalista). Mas já cansei desse oba-oba de Copa do Mundo, do oportunismo do comércio, de jogadores vendendo cerveja e celulares na TV, de bandeirolas nos carros e, principalmente, dos nossos “craques” fingindo saber cantar o Hino Nacional, o qual, na verdade, nem ao menos compreendem a letra - como a maioria de nós, brasileiros. Afinal, compreender para quê?

segunda-feira, 10 de maio de 2010

O sucesso do fracasso


Lendo o livro do profeta Jeremias fui levado a refletir sobre homens de sucesso. Aos olhos humanos, alguém de sucesso é uma pessoa bem-sucedida [financeiramente] naquilo que faz; é alguém digno de reconhecimento, que faz a diferença em uma determinada área de atuação; que é alvo de elogios e referência para outras pessoas; que é imitado e formador de opinião; que é seguido, por seu potencial de liderança. Isso aos olhos do mundo.

Vendo por essa ótica, o profeta Jeremias seria, então, um fracasso total. Em seus cerca de 40 anos de ministério, pregou aos quatro cantos a diferentes reis e ao povo de Judá, para alertar sobre os caminhos maus e as conseqüências do pecado e da apostasia. Ninguém deu a mínima para ele. Chorou angustiado diante do descaso espiritual dos judeus, sem, entretanto, mudar uma vírgula sequer das verdades proféticas ordenadas pelo Senhor para serem ditas. E o povo, bulhufas para ele.

Se aos olhos do mundo o profeta possa parecer um fracassado, aos olhos de Deus temos um exemplo magnífico de sucesso e bem diferente de alguns “profetas” supostamente bem-sucedidos dos nossos tempos. Tomo Jeremias como parâmetro [se o parâmetro fosse Jesus, a coisa ia ficar bem mais feia para certos “pregadores da prosperidade”] e listo, a meu ver, características que o fizeram um homem vitorioso aos olhos do Senhor:

1 - Obediência inegociável. Não admitiu mudar seu discurso para agradar esse ou aquele irmão. Mandou “na lata” as palavras que o povo precisava ouvir, sem se preocupar em perder ouvintes.

2 - Coragem para “peitar” reis e qualquer um que estivesse fora dos preceitos do Senhor.

3 - Ousadia acima das conseqüências desfavoráveis. Não recuou mesmo diante da ameaça de prisão e do fracasso aos olhos humanos.

4 - Firme compromisso ao chamado profético.

5 - Terminou bem [aos olhos de Deus] a obra que começou, ao contrário de muitos que até começam bem, mas, no meio do caminho mudam o discurso para favorecimento próprio.

Deixo, para reflexão, as palavras de outro exemplo de sucesso aos olhos de Deus, o apóstolo Paulo: “Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé” (2Tm 4:7).

terça-feira, 4 de maio de 2010

Inveja é fogo!!


Tenho lido na blogosfera sobre a reação indignada de certos pastores da prosperidade aos bombardeios perspicazes de blogueiros contra heresias e engodos pregados pelos ditos-cujos. A resposta predileta dos vendilhões é dizer que as críticas dos blogueiros não passam de “inveja de um bando de frustrados e pobretões”.

Penso que um bom conceito para inveja seja “projetar no outro a culpa por frustrações pessoais”. Então, pensei com meus botões: o que de tão maravilhoso esses “prósperos” pastores têm que seja digno de nossa [aqui me incluo entre os blogueiros críticos, embora recolhido à minha insignificância diante de meus colegas famosos] tão realçada INVEJA.

Senão vejamos:

1 - Seria a grana alta que os pastores da prosperidade conseguem arrancar dos crentes menos esclarecidos o motivo de nossa inveja? Afinal, quem não quer viver com o bolso cheio de bufunfa, ainda mais à custa dos outros?

2 - Seria o motivo da nossa inveja o fato de eles pregarem heresias com a cara mais deslavada, mesmo tendo alguns deles atacado, num passado não muito distante, de forma ferrenha, os mesmos engodos que ora defendem com unhas e dentes?

3 - Seria a razão de nossas invejosas investidas o fato de eles serem pregadores de multidões e estarem deitados na fama, enquanto outros pastores ou missionários pregam a verdade para uma “meia-dúzia” de fiéis em pequenas igrejas no Brasil e em países pobres?

4 – Seria o motivo de nossa inveja o fato de vermos a miséria de muitos irmãos, aqui e lá fora, enquanto tem gente por aí viajando de jatinho, cujo preço daria para construir centenas de pequenas igrejas e sustentar uma galera de missionário por um bom tempo?

5 – Seria o motivo de tanta inveja nossa o fato de nós, blogueiros, fazermos um trabalho de formiguinha para alertar as pessoas para o verdadeiro Evangelho de Jesus, enquanto eles usam a televisão para convencer milhões de pessoas de que “Deus é obrigado a te abençoar” e que “pobreza é maldição”?

Irmãos, paremos de “invejar” esses pastores. Afinal, todos têm o sucesso que merece. E o juízo também.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Você já se comparou a Jesus?

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Pra frente, Brasil!


Faltam menos de dois meses para a Copa do Mundo da África do Sul e os brasileiros já contam as horas para torcer por seus heróis canarinhos. E enquanto o grande momento não chega, os nossos craques se ocupam, nas horas vagas, em divertir a “pátria de chuteiras” atuando em comerciais de TV de toda natureza [dia desses assisti ao Robinho falando que o gol mais importante de sua carreira foi o Gol branco que seu pai usava para levá-lo aos jogos nos tempos de garoto. Coincidência, não?].

Em matéria de comerciais, esses caras jogam mesmo “um bolão”. Já o “nosso” xerife, o eterno capitão Dunga, preferiu atuar em um comercial de cerveja. Que belo exemplo! Ninguém como ele - um cara centrado, inteligente, o manda-chuva, O CARA -, para nos dizer que, na Copa, a melhor jogada é encher a cara de cerveja enquanto os nossos “craques” [de bolso cheio, claro] dão show nos estádios da África do Sul. E se a “nossa” Seleção perder, não tem problema. Nada que um “bom” porre não resolva. Agora, se vencermos, o negócio é ‘bebemorar’ até cair. Afinal, se o Dunga está dizendo que beber é bom, quem somos nós, reles mortais, para dizer o contrário.

Mas não se esqueça: se for beber não dirija. Encha a cara em casa mesmo ou volte do bar de táxi, ou carregado pelos amigos que continuarem de pé. Afinal, são os “nossos” heróis que estão dizendo que beber é “muito legal”.

Não esqueça: faltam menos de dois meses para a Copa do Mundo. Pra frente, Brasil!