Vídeo postado no Púlpito Cristão, por Márcia Gizella, editora do blog Agraçadedeusmebasta. É para refletir e viver.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Fulguras, ó Brasil, florão da América... É hexa!
Que atire a primeira pedra aquele que sabe cantar o Hino Nacional todinho, sem errar uma sílaba sequer, ou enrrolar em uma ou duas partes na letra, ou mesmo fazer movimentos labiais, na maior cara-dura, como fazem alguns de nossos craques antes dos jogos internacionais.
Pois é, como em tempos de Copa do Mundo o nosso “patriotismo” aflora implacável, “vestimos” a camisa do Brasil, as cervejarias soltam foguetes com o consumo patriótico de geladas [inclusive por alguns “crentes”, em nome da empolgação do momento], e milhares de ambulantes tiram “o pai da forca” vendendo bandeirolas, as quais orgulhosamente afixamos em nossos carros, resolvi dar um basta na dúvida [ou seria ignorância?] e pesquisar a fundo a letra e a “tradução” do nosso Hino. Afinal, não vou ser eu a passar vergonha na hora solene de cantá-lo, uníssono, com mais 120 milhões de brasileiros.
Como disse, fui a fundo na pesquisa. O primeiro passo foi, com muito esforço, digitar no Google a chave “hino nacional” e zapt, logo na primeira opção achei tudo o que eu precisava. Lembrei-me, meio revoltado, dos meus tempos de primário, a professora mandou a turma pesquisar o Hino Nacional na Bliblioteca Pública Estadual. Tive de perambular em meio a estantes repletas de títulos empoeirados, até encontrar um exemplar de Educação Moral e Cívica. Uma “beleza”. Dá até para entender por que muitos jovens que eu conheço nunca sequer leram um livro na vida. “Ler dá muito trabalho”, disse-me certa vez um deles, para espanto meu.
Temendo que muitos já tenham desistido de continuar lendo este post [afinal, ler dá trabalho pacas] vou adiantar o motivo, quebrando o galho de vocês, poupando-lhes o esfoço sobre-humano de repetir a minha “árdua” pesquisa sobre o Hino Nacional. A partir de agora, não há mais desculpas para ficarmos dublando na hora de cantar uma letra tão simples como a do nosso Hino [segue glossário no final].
Hino Nacional:
Letra: Joaquim Osório Duque Estrada (1870 – 1927)
Música: Francisco Manuel da Silva (1795-1865)
Regras: Deve ser executado em continência à Bandeira Nacional, ao presidente da República, ao Supremo Tribunal Federal e ao Congresso Nacional. É executado em determinadas situações, entre elas: cerimônias religiosas de cunho patriótico, sessões cívicas e eventos esportivos internacionais.
O Hino
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da pátria nesse instante.
Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.
Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!
Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra, mais garrida,
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores."
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
"Paz no futuro e glória no passado."
Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!
Glossário:
Plácidas: calmas, tranqüilas
Ipiranga: rio onde às margens D.PedroI proclamou a Independência do Brasil, em 7 de setembro de 1822
Brado: grito
Retumbante: som que se espalha com barulho
Fúlgido: que brilha, cintilante
Penhor: garantia
Idolatrada: cultuada, amada
Vívido: intenso
Límpido: puro, que não está poluído
Cruzeiro: constelação (estrelas) do Cruzeiro do Sul [não é o time de Minas Gerais]
Resplandece: que brilha, iluminidada
Impávido: corajoso
Colosso: grande
Espelha: reflete
Gentil: generoso, acolhedor
Fulguras: brilhas, desponta com importância
Florão: flor de ouro
Garrida: florida, enfeitada com flores
Lábaro: bandeira
Ostentas: mostras com orgulho
Flâmula: bandeira
Clava: arma primitiva de guerra, tacape
sexta-feira, 21 de maio de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
É bom mudar
Fui vencido pelo cansaço. Depois de muita insistência de minha bênção, Dini Kelly, acabei convencido a mudar o visual do CrentePensante. Amiúde, ouvia dela afirmações do tipo: “Não agüento mais olhar o seu blog, é muito feio, sem graça...”, etecétara-e-tal. Eu, claro, não tinha argumentos, mas estava acomodado com a "minha" feiúra.
Enfim, dei ouvidos à mulher sábia. O resultado, está aí. Não ficou “nossa que maravilha de visual!”, mas assumo toda culpa por isso. Minha designer e esposa faltava entrar em um ataque de nervos quando eu, com minhas mesmices, podava todas as suas sugestões para tornar o site mais agradável aos olhos. Ela bem que tentou, mas foi obrigada a casar as suas idéias com as minhas esquisitices - incluindo, claro, a ilustração meio tosca vista no cabeçalho [a idéia era essa mesmo, um desenho feito às pressas, como nos meus tempos de faculdade, durante uma aula entediante qualquer].
Enfim, deu no que deu. Espero que tenham gostado [ou não]. O novo visual é também para marcar os quase seis meses do CrentePensante. Saibam que tenho vivido momentos felizes aqui neste espaço. Regozijo-me ao falar das coisas do Reino de Deus, rasgar o verbo contra os vendilhões do nosso tempo, refletir com vocês sobre o amor de Cristo, e, claro, vibrar com cada comentário e novo visitante. Um abraço carinhoso a todos, voltem sempre.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Enjoei da Seleção!
Pasmem, mas estou pegando nojo da Seleção Brasileira. Não, não é só para ser do contra ou coisa do tipo, mas é que estou cansado de perder meu tempo com coisas inúteis. Toda Copa do Mundo é a mesma coisa. Sem querer, somos envolvidos num inconsciente coletivo canarinho que nos faz ficar ansiosos diante da televisão e... para quê? Para nada.
Se perdemos a Copa, vem aquele baixo astral generalizado, as desculpas dos jogadores [tristes, sobretudo, com os milhõe$ que vão deixar de ganhar] e o “luto oficial” pela morte de nossa honra nos gramados. Quando ganhamos, é festa geral. Glória a Deus! Nem parece que vivemos num país afundado em um poço de disparidades sociais, numa nação achincalhada pela corrupção, ridicularizada como País do Carnaval, do tudo acaba em samba - ou em pizza, tanto faz.
Estou farto desse patriotismo barato. Se tivéssemos mesmo orgulho de ser brasileiros, não precisaríamos de um time de futebol para nos fazer lembrar que somos bom em alguma coisa. Quisera mesmo é que fôssemos craques em igualdade social, bambas na honestidade, pentacampeões na moralidade, artilheiros na educação, melhores do mundo em cidadania. Estamos longe disso.
Sim, provavelmente vou assistir aos jogos, até por força da profissão (jornalista). Mas já cansei desse oba-oba de Copa do Mundo, do oportunismo do comércio, de jogadores vendendo cerveja e celulares na TV, de bandeirolas nos carros e, principalmente, dos nossos “craques” fingindo saber cantar o Hino Nacional, o qual, na verdade, nem ao menos compreendem a letra - como a maioria de nós, brasileiros. Afinal, compreender para quê?
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